Carlos César Floriano destaca o incentivo ao plantio do milho

Medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022 foram aprovadas na quinta-feira, 29 de abril de 2021, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e são celebradas pelo CEO do Grupo VMX, Carlos César Floriano.

As propostas, que incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para ajudar os agricultores no incremento da produção do milho e também do sorgo, foram encaminhadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As medidas são uma resposta à forte demanda mundial por alimentos e à desvalorização do Real, que seguem dando impulso às exportações de grãos do país. Desta forma, reduziu a disponibilidade local de produtos básicos e insumos para ração animal.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu aumentar o limite de financiamento de custeio, a partir de 1º de julho deste ano, de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por produtor, para a produção de milho e de sorgo. Também a partir de 1° de julho, os médios produtores rurais poderão ter acesso ao custeio para plantio dos dois cereais, no limite de R$ 1,75 milhão. Carlos César Floriano explica que, “antes o teto era de R$ 1,5 milhão”.

Outra medida permite, excepcionalmente, no âmbito da fonte de recursos obrigatórios, o Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para a aquisição de milho e de sorgo, limitado a R$ 65 milhões por beneficiário, admitindo o preço de mercado como referência ao invés do preço mínimo. A instituição financeira é obrigada a direcionar recursos de 27,5% da sua movimentação para aplicar em operações de crédito rural.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção total de milho do Brasil na atual temporada deve ficar em torno de 109 milhões de toneladas e a de sorgo em 2,6 milhões de toneladas.

Carlos César Floriano comenta sobre o Funcafé

O Conselho Monetário Nacional (CMN) também aprovou a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para safra 2021/2022, no valor de R$ 5,9 bilhões.

No direcionamento dos valores apreciados pelo Conselho, foi estabelecido o aumento de 21,86% para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC), passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,354 bilhão.

Foram mantidos os valores do ano anterior para as demais linhas de crédito, ou seja, R$ 1,6 bilhão para operações de Custeio; R$ 2,2 bilhões para Comercialização, R$ 630,5 milhões para Capital de Giro e R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados.

Carlos César Floriano informa que “a isonomia das taxas de juros para as finalidades de crédito com recursos do fundo deverá ser tratada na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional”.

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