Carlos César Floriano indica a importância da vacina contra a febre aftosa

A febre aftosa é uma doença que afeta bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos. Os prejuízos diretos e indiretos ocasionados pela doença, bem como as limitações à comercialização de produtos pecuários para Carlos César Floriano, CEO do Grupo VMX, exigem dos produtores rurais e das autoridades sanitárias um constante esforço para prevenir a doença e proporcionar condições para sua erradicação. 

No Brasil, o último foco da doença ocorreu em 2006 e todo o território do país é reconhecido internacionalmente como livre da febre aftosa (zonas com e sem vacinação) desde 2018. 

Carlos César Floriano informa a prorrogação da vacinação contra a febre aftosa em 15 estados

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, que inicialmente terminaria na segunda-feira, 31 de maio de 2021, foi prorrogada em 14 estados e no Distrito Federal. Segundo Carlos César Floriano, “a ampliação do prazo é em função da pandemia da Covid-19 e remanejamento de doses de vacinas para algumas regiões”, explica. 

A mudança no prazo foi avaliada e autorizada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) a pedido das entidades representativas dos produtores e chancelada pelo Serviço Veterinário Estadual. 

Nessa etapa deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais.  

Para os pecuaristas do Distrito Federal, a prorrogação vale até 12 de junho de 2021. Nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, o novo prazo será até o dia 15 junho e no Goiás e Sergipe, até dia 18.  Já os estados de Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Paraíba, Pará e São Paulo a ampliação do prazo vai até o dia 30 de junho. Por fim, produtores do Ceará terão até o dia 3 de julho para realizar a imunização. 

Conforme orientações de Carlos César Floriano, “as vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização”, explica. 

Para a correta vacinação, devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.  

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.  

“Em caso de dúvidas, a orientação é para que os produtores procurem o órgão de defesa sanitária animal de seu estado” explica Carlos César Floriano. 

Os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso foram reconhecidos internacionalmente como zonas livres de febre aftosa sem vacinação, o que representa que mais de 40 milhões de cabeças deixarão de ser vacinadas e 60 milhões de doses anuais da vacina não serão utilizadas, gerando uma economia de aproximadamente R$ 90 milhões aos produtores rurais. Segundo Carlos César Floriano, “no entanto, nos demais estados a vacinação deve continuar normalmente, conforme calendário divulgado pelo Mapa”, conclui.

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