Gestão do Mapa em 2025 amplia mercados, fortalece políticas agrícolas e projeta o agro brasileiro no cenário global

Gestão do Mapa em 2025 amplia mercados, fortalece políticas agrícolas e projeta o agro brasileiro no cenário global

O Ministério da Agricultura e Pecuária encerrou 2025 com resultados inéditos em políticas públicas setoriais. “A atuação combinou expansão internacional, inovação produtiva e fortalecimento institucional em diferentes frentes estratégicas”, diz Carlos César Floriano, CEO do Grupo VMX.

O ano de 2025 consolidou uma fase de forte protagonismo do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), marcada por ações estruturantes voltadas ao desenvolvimento do agronegócio brasileiro. 

A gestão concentrou esforços na ampliação do acesso a mercados internacionais, na modernização da produção agrícola, na recuperação ambiental e no fortalecimento de instituições estratégicas ligadas à ciência, à meteorologia e à política agrícola. 

Para Carlos César Floriano, “O conjunto dessas iniciativas reposicionou o Brasil como um dos principais atores globais na produção sustentável de alimentos”, ressalta.

Entre os destaques do período esteve a abertura de mais de quinhentos novos mercados para produtos agropecuários, resultado de uma estratégia ativa de diplomacia comercial, negociações sanitárias e presença em fóruns multilaterais. 

Esse movimento reduziu a dependência de destinos tradicionais e ampliou as oportunidades para diferentes cadeias produtivas, beneficiando desde grandes exportadores até segmentos menos tradicionais da agricultura nacional.

No campo das políticas públicas, a criação de novos programas marcou a agenda do ministério. O Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola promoveu a aquisição e a distribuição de máquinas e equipamentos em todas as regiões do país, por meio de parcerias entre o poder público e o privado. 

Ao longo do ano, milhares de equipamentos foram entregues, com impacto direto na mecanização, na eficiência produtiva e no fortalecimento da agricultura regional.

Outra iniciativa relevante foi o Programa Solo Vivo, voltado à recuperação de áreas degradadas e ao aumento da produtividade da agricultura familiar. A ação integrou análise técnica do solo, aplicação de insumos corretivos e orientação especializada, alcançando centenas de famílias e milhares de hectares. 

“A proposta combinou inclusão produtiva, redução de desigualdades e bases para uma agricultura mais sustentável”, explica Carlos César Floriano.

Ainda na agenda ambiental, avançou a estruturação do Programa Caminho Verde Brasil, que garantiu captação bilionária de recursos para restaurar áreas de baixa produtividade ou abandonadas. 

A iniciativa tem como meta reintroduzir essas terras em sistemas produtivos sustentáveis ao longo da próxima década, contribuindo para a expansão agrícola sem pressão adicional sobre áreas preservadas.

Carlos César Floriano e a política agrícola

A política agrícola manteve trajetória de crescimento. Pelo terceiro ano consecutivo, o Plano Safra atingiu volume recorde de crédito rural, ampliando o acesso a recursos controlados e livres. 

O aumento em relação à safra anterior reforçou a capacidade de financiamento da produção, do custeio à comercialização, em diálogo permanente com produtores e instituições financeiras.

A atuação internacional do ministério também ganhou intensidade. Missões oficiais em diferentes continentes fortaleceram parcerias, atualizaram protocolos sanitários e ampliaram a confiança do Brasil como fornecedor regular de alimentos. 

A participação em agendas presidenciais e vice-presidenciais reforçou a diplomacia agrícola e acelerou resultados concretos na abertura de mercados.

No âmbito institucional, a reestruturação do Instituto Nacional de Meteorologia representou um avanço relevante. A modernização de equipamentos, a ampliação da rede de estações automáticas e a atualização de sistemas aumentaram a precisão das previsões climáticas, oferecendo maior suporte à tomada de decisão no campo. 

Segundo Carlos César Floriano, “Reformas físicas e melhorias operacionais complementaram esse processo”, enfatiza.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária também registrou reforço expressivo de recursos. O orçamento público destinado à instituição mais que dobrou em relação ao ano anterior, permitindo a ampliação de chamadas de pesquisa em áreas estratégicas, com foco em sustentabilidade, inclusão e inovação. 

Parte desses recursos foi direcionada à recomposição do quadro de pessoal, com a incorporação gradual de novos pesquisadores e técnicos após mais de uma década sem concursos.